Esparta Hunter | Inteligência Comercial e Prospecção Ativa B2B

Mais consultoria não resolve. Mais ferramenta não resolve. Máquina resolve.

A Esparta entra na sua operação e constrói a máquina de prospecção ativa com as próprias mãos — cada pré-vendedor conectando com o decisor certo, todo dia, da prospecção ao fechamento.

Prospecção Ativa Sinais de Oportunidade Método 3 P's Inside Sales Pipeline Previsível Playbooks Scoring 4D Dossiê de Conta Alta Performance Prospecção Ativa Sinais de Oportunidade Método 3 P's Inside Sales Pipeline Previsível Playbooks Scoring 4D Dossiê de Conta Alta Performance
Antes de abordar. Entenda.

Nós descobrimos quais oportunidades
sua empresa deveria estar perseguindo.

O problema não é falta de leads.

É excesso de informação sem prioridade. Toda operação travada que a gente abre tem a mesma coisa dentro: uma base enorme e nenhuma resposta sobre por onde começar.

O gargalo nunca foi o tamanho da base. Foi não saber quais linhas importam.

Numa base grande, as contas que reúnem fit, sinal e janela ao mesmo tempo são poucas — e não estão marcadas. Sem essa leitura, a próxima hora do pré-vendedor vai para a primeira linha da planilha. Que é o mesmo que sortear.

Contato na base — preenchido, não priorizado
Sinal parcial — não fecha o conjunto
Conta com evidência — entra na fila
Leitura contínua do mercado Contas com evidência 00

Representação ilustrativa · a proporção real varia por mercado e por ICP

Os ângulos de análise
Dezesseis ângulos sobre a mesma conta.

Uma empresa vista por um ângulo só é sempre uma empresa mal lida. A Hunter olha por dezesseis — e o sinal costuma estar no encontro entre eles. Às vezes está justamente no desencontro: quando o site da empresa diz uma coisa e o diretor dela diz outra num painel, aquele vão é a abordagem.

A conta01 — 06
01
Contexto econômico e setorialO que muda ao redor
O ciclo do setor, o custo do dinheiro, a demanda do mercado dela. Resulta nas janelas abertas agora — e nas que já fecharam.
02
Contexto regulatórioObrigação com prazo
Norma, exigência e prazo legal que caem sobre a conta. Resulta no gatilho mais forte que existe: comprar deixa de ser escolha.
03
Estrutura e capacidadePorte, unidades e stack
Tamanho real da operação e as ferramentas que ela roda. Resulta na aderência efetiva ao seu ICP, não na declarada.
04
Rede societáriaGrupo e sócios em comum
Quem controla, quem mais controla junto e o que orbita a mesma cabeça. Resulta em uma conta que vira várias.
05
Movimento internoO que está mudando
Contratação, expansão, reestruturação, troca de comando. Resulta na leitura de dor crônica — o que se repete, não o episódio.
06
Expansão físicaObra, planta e nova praça
Onde a empresa está colocando estrutura nova no chão. Resulta em janela datada, com meses de antecedência sobre a compra.
O entorno07 — 10
07
Movimento de marca e produtoO que vem por aí
Registro de marca, nova linha, tecnologia licenciada. Resulta no aviso de lançamento antes de ele virar campanha.
08
Cenário competitivoQuem já está lá
Quem atende a conta hoje e quem tenta entrar. Resulta no alerta de terreno: vago, disputado ou em disputa aberta.
09
Reputação e voz do clienteO que dizem sobre ela
O que o mercado reclama e elogia publicamente. Resulta na dor que a empresa ainda não admitiu em canal oficial.
10
Relação com o poder públicoContrato, prazo e vigência
O que a conta fornece ou compra do Estado, e até quando. Resulta em janela de troca com data marcada.
Como ela compra11 — 13
11
Comportamento de compraComo essa conta decide
Compra por comitê ou por uma cabeça, por edital ou por relação, no início ou no fim do ciclo orçamentário. Resulta no caminho certo de entrada.
12
Histórico de fornecedorFidelidade e troca
Há quanto tempo está com quem está, e quantas vezes já trocou. Resulta na probabilidade real de ela ouvir uma proposta nova.
13
Presença e predisposiçãoO quanto ela está aberta
Onde a conta aparece, o que ela responde e quais canais mantém vivos. Resulta na receptividade estimada antes do primeiro toque.
Quem decide14 — 16
14
Discurso institucionalComo a empresa se descreve
Site, material e posicionamento declarado. Resulta no vocabulário da conta — a abordagem fala a língua dela.
15
Presença pública do líderO que ele diz por extenso
Entrevistas, artigos assinados, painéis, participação setorial. Resulta na dor declarada em voz alta.
16
Leitura comportamentalComo essa pessoa decide
Perfil e traços de comportamento a partir do que ela produz. Resulta no ritmo, no ângulo e na abertura da conversa.
O décimo sétimo movimento
E quando nenhuma janela está aberta?

Ler o mercado encontra quem já está em movimento. Mas boa parte do seu mercado não está em movimento nenhum — está confortável com um problema que já custa caro e ainda não virou pauta. Para essas contas, esperar sinal é esperar o concorrente chegar primeiro. A Hunter provoca.

01
Custo invisível
A conversa começa pela conta que ninguém fez: quanto aquele problema já consumiu sem aparecer em lugar nenhum.
02
Espelho competitivo
O que empresas comparáveis já resolveram. Ninguém gosta de descobrir que ficou para trás — e todo mundo age quando descobre.
03
Prazo que existe
Virada de orçamento, exigência com data, contrato vencendo. Urgência real, nunca fabricada.
04
Reabertura
O "não" de um ano atrás foi dito por outra pessoa, em outro contexto. Contas recusadas voltam para a fila quando o contexto muda.
Isso não é criar necessidade onde ela não existe — nem inventar urgência para forçar decisão. É antecipar a pauta de uma dor que já está lá, custando dinheiro em silêncio, e que ainda não chegou à mesa de quem decide.
Sobre o rigor por trás disso A leitura se apoia em matrizes consolidadas de análise de mercado e de comportamento — entre elas PESTEL, 5 Forças, SWOT, Jobs To Be Done, Category Entry Points e TAM/SAM/SOM. Como elas são combinadas e ponderadas é o que a Esparta construiu ao longo de quinze anos. Isso fica com a gente. O que vai para o seu time é a conclusão.
O que a base não responde — e a Hunter responde
01Essa empresa realmente tem fit com o que você vende?
02Ela usa alguma tecnologia compatível com a sua solução?
03Está passando por alguma mudança relevante agora?
04A dor provável dela é crônica ou foi um episódio isolado?
05Quem decide de fato sobre esse tipo de compra?
06Essa pessoa está demonstrando alguma prioridade publicamente?
07Existe uma janela de abordagem se abrindo — ou já fechou?
08Qual abordagem faz sentido para essa conta, hoje?
Lead não é oportunidade. Lista não é inteligência. Volume sem contexto é desperdício.
A operação não trava por falta de contato. Trava porque ninguém sabe qual dos dez mil merece a próxima hora do pré-vendedor — e aí a hora vai para o primeiro da planilha, que é o mesmo que sortear.
O comprador B2B mudou

A decisão se forma antes
da conversa com vendas.

Não é opinião de mercado. É o que aparece quando se pergunta a quase 4.000 compradores B2B como eles realmente escolhem um fornecedor.

95%
dos negócios são fechados com um fornecedor que já estava na shortlist do primeiro dia

Quando a empresa decide ir ao mercado, a lista de candidatos já vem quase pronta. E o fornecedor que já era favorito antes de qualquer contato comercial vence, em média, quatro em cada cinco negócios.

O mesmo estudo é desconfortavelmente direto sobre outro ponto: abordagem não solicitada tem influência mínima quando chega em momento aleatório. O comprador ignora de propósito até estar pronto.

Fonte: 6sense — 2025 B2B Buyer Experience Report
5 fornecedores
é a média avaliada por comprador — e ele já conhece quatro deles.
80%
das vezes é o comprador quem inicia o contato, não o vendedor.
61%
da jornada já percorrida quando ele finalmente fala com alguém.
A conclusão não é parar de abordar. É parar de abordar no escuro.
Se a preferência se forma antes da conversa comercial, o que decide o jogo é chegar enquanto a lista ainda está aberta — e chegar com contexto suficiente para ocupar uma vaga nela. É exatamente por isso que a Esparta Hunter investe em sinal, contexto e timing antes de investir em volume. A ligação continua sendo o canal. Mas ela acontece no momento em que ainda pode mudar a shortlist.
Inteligência de mercado

Antes de discar, a gente pesquisa.

A ligação só converte porque vem depois de uma camada de investigação. Para cada conta-alvo, cruzamos mercado, dados e comportamento e transformamos uma lista crua em conversa preparada — com o decisor certo, o gatilho certo e a abordagem sob medida.

01 · Mercado
Censo e concorrência
Mapeamos o campo antes de entrar nele: firmografia, aderência ao ICP e a matriz oferta × dor. E checamos se aquela conta já é atendida por um concorrente — pra não queimar energia onde o terreno não é virgem.
  • Matriz Oferta × ICP por família de solução
  • Watchlist de concorrentes cruzada por conta
  • Gatilhos de entrada: M&A, migração, regulatório
02 · Dados
Sinais que não mentem
Lemos a operação real por trás do discurso institucional: as tecnologias e ferramentas que a empresa de fato usa, as vagas que ela abre e repõe — dor crônica — e o momento em que a compra fica provável.
  • Technografia: stack e ferramentas em uso
  • Vagas recorrentes = recorrência de dor
  • Timing: eventos que abrem a janela de compra
03 · Comportamento
Como falar com cada decisor
Estudamos quem decide, não só a empresa. Perfil DISC, leitura dos posts que revelam pivôs que o site ainda não mostra, e o nível de engajamento — pra calibrar a esteira e a primeira frase de cada abordagem.
  • DISC e esteira de abordagem por decisor
  • Leitura de posts: pivôs, dores e prioridades
  • Copy sob medida por perfil e momento
+15 mil agentes de coleta
para perfilamento

Se existe dado público sobre uma empresa ou um decisor, existe um jeito de capturá-lo.

Orquestramos mais de 15 mil agentes de scraping — Google Maps, sites, redes, sinais de contratação — num pipeline padrão: descoberta → enriquecimento → validação → dedupe → CRM. Lista crua vira base perfilada, pronta pra discar.

E cada contato entra com origem, data e base legal registradas. Quando o cliente pedir, a gente mostra o log — a lista é defensável, não só grande.

Scoring 4-dimensional
Cada conta entra na fila por evidência — não por achismo.
Technográfica
Stack e ferramentas compatíveis com a oferta
Firmográfica
Porte, setor e estrutura aderentes
Comportamental
Sinais de dor e prontidão do decisor
Timing
A janela de compra está aberta agora
Entregável 01
Dossiê de Conta
O retrato completo da empresa-alvo: veredito, gatilho, stack, estrutura, fit e alerta competitivo — pronto pra decidir se ataca e por onde entra.
Entregável 02
Dossiê de Abordagem por Decisor
Para cada pessoa que decide: DISC, esteira de contato e copy calibrada pelo que ela mesma publica. A ligação chega falando a língua dela.
Radar de marca e reputação

A pesquisa abre a conversa. O radar não deixa a marca no escuro depois.

Monitoramento contínuo do que a imprensa, clientes, corretores e o público falam sobre a marca — não do que a marca publica. Menções de várias fontes viram sentimento, alerta e painel, quase em tempo real.

Sentimento
Cada menção classificada em positiva, neutra ou negativa — o humor do mercado num relance.
Alertas
Termos sensíveis — fraude, golpe, Procon, processo — disparam sinal antes de virar incêndio.
Painel
KPIs, alertas e a lista de menções num dashboard — atualizado a cada rodada de coleta.
O que chega na mão do pré-vendedor

Seu vendedor não começa
a conversa no escuro.

Cada conta prioritária chega com dois documentos: o retrato da empresa e o mapa de abordagem de quem decide. A primeira frase da ligação já sai calibrada — não é o mesmo roteiro para todo mundo.

Dossiê de conta9 campos
O retrato da empresa-alvoFecha a pergunta: vale gastar a próxima hora aqui?
Identificação
Porte, setor, estrutura e localizaçãoA base firmográfica sobre a qual todo o resto é lido
Fit com o ICP
Aderência às dimensões definidas no diagnóstico com você
Tecnologia
Plataformas e ferramentas identificáveis publicamenteServe para checar compatibilidade com a sua oferta
Sinais
Eventos públicos que indicam movimento na operaçãoContratação, expansão, mudança de liderança, regulatório
Timing
Leitura sobre a janela de abordagem estar abrindo, aberta ou já fechada
Dor provável
Hipótese construída a partir do conjunto — declarada como hipótese, não como fato
Cenário competitivo
Se há fornecedor incumbente identificado na categoriaTerreno virgem vale mais energia que terreno disputado
Decisor
Quem decide sobre esse tipo de compra e a quem reporta
Recomendação
Se ataca, em que prazo e por qual ângulo entrar
O que ele resolve: a conta entra ou não entra na fila — e, se entra, em que posição.
Dossiê de abordagem por decisor8 campos
O mapa de quem decideFecha a pergunta: como eu abro essa conversa?
Cargo e escopo
O que essa pessoa decide sozinha e o que ela precisa levar adiante
Contexto
Tempo na função e mandato aparenteQuem assumiu há pouco costuma ter agenda própria a provar
Perfil comportamental
Leitura DISC a partir de conteúdo públicoDefine o ritmo e o tom da abordagem, não o argumento
Prioridades
O que essa pessoa declara publicamente que está perseguindo
Sinais
Publicações e movimentos que revelam pivôs que o site da empresa ainda não mostra
Ângulo
Por onde entrar — e, igualmente importante, por onde não entrar
Canal
Ligação como canal principal, com LinkedIn e e-mail como aquecimento
Cadência
Número de toques, intervalo e janela de horário mais provável
O que ele resolve: a primeira frase deixa de ser roteiro genérico e passa a ser ancorada no que aquela pessoa já demonstrou.

O conteúdo de cada campo é construído por conta, a partir de fontes públicas, no diagnóstico e ao longo da operação.

Da evidência à abordagem

A empresa entra por evidência.
Quem atende o telefone é uma pessoa.

Cinco entregas, uma de cada vez. A leitura se apoia no que o decisor produz por extenso — entrevistas, artigos assinados, participações, material longo — e não em recorte de rede social. A última entrega, a abertura da conversa, é a soma das quatro anteriores.

O que vai para a mão do pré-vendedor
01O ritmo. Em que velocidade essa conversa deve andar — e quando calar.
02O ângulo. O que abre essa porta, e o que a fecha na primeira frase.
03A abertura. A frase inicial, ancorada no sinal daquela conta específica.
04O canal e a cadência. Por onde falar, quantas vezes e em que janela.
05O vocabulário. As palavras que aquela conta usa para o próprio problema — a abordagem fala a língua dela.
06O erro a evitar. O movimento que costuma queimar a conversa com aquele perfil.
Uma ressalva honesta A leitura é construída a partir de manifestações públicas do próprio decisor e é probabilística — não é teste aplicado, não é diagnóstico e não substitui o que o pré-vendedor escuta na ligação. O método fica com a gente. O que vai para a mão do time é a conclusão — pronta para usar, sem precisar interpretar nada.

Sequência demonstrativa · os valores exibidos são ilustrativos

A profundidade da leitura varia com o material disponível sobre cada decisor · aferida no diagnóstico

O ritmo da operação
100 a 120
ligações por dia. Nenhuma no escuro.

Antes de discar, o pré-vendedor já sabe o nome de quem vai atender, em que cluster aquela empresa está e qual a dor provável dela. Ele não liga para descobrir — liga para validar. É por isso que a conversa acontece: ligamos para o celular de quem decide, com a abordagem daquela dor específica, e não para o ramal da recepção com um pitch genérico. Volume qualquer um compra — a ferramenta está à venda para o seu concorrente amanhã. Conversa preparada em lista certa é o que não se compra pronto.

Como a preparação vira resultado
→Lista classificada por ICP, dor, comportamento e solução
→Playbook do cluster — a primeira frase já fala a língua daquela dor
→8 a 15 reuniões realizadas/mês por pré-vendedor
→Pipeline previsível — e a operação fica sua no fim do ciclo
Mapear minhas oportunidades 30 min · diagnóstico gratuito
A verdade incômoda

Não somos consultoria.
Somos implementação.

Consultoria bonita você já viu: diagnóstico, slide caprichado, aperto de mão — e a execução inteira fica no seu colo. A Esparta faz o oposto: entra na sua operação, constrói a máquina de vendas com as próprias mãos e só sai quando ela roda sozinha.

Consultoria tradicional
Aconselha e entrega um relatório.
✕Entrega um diagnóstico e um PowerPoint.
✕Aponta o caminho — mas quem executa é você.
✕Sai de cena depois da apresentação.
✕Aplica um modelo genérico, de prateleira.
Esparta · Implementação
Constrói a operação dentro da sua empresa.
✓Executa a estruturação ponta a ponta.
✓Constrói o processo, o time e a gestão.
✓Acompanha por 6 meses até a máquina rodar.
✓Desenha um método personalizado por empresa.
Nosso método é personalizado por empresa — da análise de mercado ao time treinado e gerindo.
01
Análise de mercado
Estudo do mercado, do ICP e da jornada de compra do seu cliente.
02
Estruturação
Processo, playbooks e indicadores desenhados sob medida para o negócio.
03
Contratação
Recrutamento e seleção dos pré-vendedores, com semana de prova.
04
Treinamento
Capacitação técnica e comportamental do time para executar o método.
05
Gestão
Rotina de gestão e melhoria contínua até a operação ganhar ritmo.
A comparação honesta

Três caminhos.
Um resultado.

Você pode contratar uma consultoria, montar um time do zero ou instalar a máquina com quem já montou dezenas. Veja a diferença em velocidade, controle e risco.

Opção A Consultoria tradicional
Tempo até 1º resultado 6 a 12 meses
Ligações/dia por pessoa Não opera
Agendamentos/mês Entrega um plano
Custo & risco Recomendação · risco é seu
Opção B Time próprio do zero
Tempo até 1º resultado 3 a 6 meses de ramp-up
Ligações/dia por pessoa 50 a 80 — quando rampar
Agendamentos/mês 8 a 15 — após 3 a 6 meses
Custo & risco Custo fixo · 20% saem em 90 dias e a rampa reinicia
Recomendado
Opção C Máquina Esparta
Tempo até 1º resultado 6 semanas
Ligações/dia por pessoa 100 a 120
Agendamentos/mês 8 a 15 — desde a semana 6
Custo & risco Risco da execução fica com a Esparta
— Pra cada decisor, uma vantagem

Quem decide
olha pra coisas diferentes.

A máquina de prospecção da Esparta entrega valor concreto para cada cadeira da empresa — do board até o pré-vendedor.

Para o CEO
Crescimento previsível
"Quanto a empresa vai vender no próximo trimestre?"
  • Canal de aquisição previsível e escalável — sem depender de indicação ou anúncio
  • Discando em 6 semanas — não 6-12 meses como consultoria
  • Você sai do papel de gargalo e volta a liderar como CEO
  • Risco da decisão fica com a Esparta
  • Pipeline previsível → projeção de receita confiável para board
Para o COO
Estrutura que roda sozinha
"Quero processo que funcione mesmo se eu tirar férias."
  • Playbooks documentados de Hunter, SDR, Closer, LinkedIn e Onboarding
  • Método 3 P's (Pessoas, Processos, Gestão) — operação replicável
  • Semana de prova elimina risco de contratação
  • Dashboard de funil em tempo real — gargalo visível antes do problema
  • 6 meses de acompanhamento até a máquina rodar sozinha
Para o CFO
Retorno comprovável
"Qual o ROI e qual o risco do investimento?"
  • Custo previsível vs time próprio (fixo + 20% turnover em 90 dias)
  • Modelo PJ com fixo condicionado a vendas — sem inflar folha CLT
  • Cada chamada é métrica — cost-per-meeting rastreável
Para o Comercial
Time produtivo de verdade
"Quero o time parando de perder tempo com lista ruim."
  • Pré-vendedor abre o turno com fila para discar todo dia
  • 100 a 120 ligações/dia por pessoa (vs 25-50 em discagem manual)
  • Script consultivo entregue + treinamento técnico do time
  • Closer recebe reunião já qualificada — não perde tempo com lead frio
  • Daily/Weekly/Monthly estruturados — rampa pré-vendedor júnior
Velocidade de implantação
Operação no ar em 6 semanas
Time próprio3–6 meses
Consultoria6–12 meses
Esparta6 semanas
RAMPA RÁPIDA · 4 SEMANAS CONSOLIDAÇÃO Kick-off No ar Maduro
Dia 1Kick-off
Sem. 2Setup
Sem. 6No ar
Mês 2+Escala

Enquanto um time próprio ainda está em rampa e uma consultoria ainda monta o plano, a sua máquina já está discando — e no fim do ciclo ela é sua, não nossa.

Dores que resolvemos

Você reconhece
algumas dessas?

Toda operação comercial trava nos mesmos pontos. A diferença é que aqui cada dor tem uma resolução estruturada — não um conselho solto.

A dor
"Não sei direito pra quem vender — minha lista é genérica e fria."
Como resolvemos
Começamos pelo diagnóstico e definição do ICP. A partir dele, geramos listas com telefones reais do perfil certo — sem comprar base nem caçar manualmente.
Diagnóstico + ICP + Listas qualificadas
A dor
"Meu time vive sem o que prospectar — falta lista todo dia."
Como resolvemos
Com geração infinita de listas qualificadas, o pré-vendedor abre o turno já com fila para discar — o comercial nunca mais para por falta de lista.
Listas qualificadas + IA
A dor
"Minha equipe liga pouco — e quando liga, é do jeito errado."
Como resolvemos
Nossa estrutura de discagem entrega 100 a 120 ligações por dia e o script consultivo garante a abordagem certa — volume e método ao mesmo tempo.
Discagem em escala + Script consultivo
A dor
"Dependo de indicação e anúncio — um único canal de aquisição."
Como resolvemos
Implementamos um canal de aquisição previsível, replicável e que você controla. Você deixa de ser refém de um único fluxo de leads.
Máquina de prospecção ativa
A dor
"Eu sou o gargalo de tudo — o comercial não anda sem mim."
Como resolvemos
Processos documentados em playbook e rotina de gestão por indicador tiram você da operação e te colocam como CEO do negócio.
Playbooks + Método de gestão
A dor
"Contrato vendedor, ele não rampa e a rotatividade me mata."
Como resolvemos
A densidade de contato rampa pré-vendedor júnior, e o modelo PJ com semana de prova garante que você só efetiva quem comprova performance.
Semana de prova + Recrutamento
A dor
"Não tenho previsibilidade — chego no fim do mês sem saber o resultado."
Como resolvemos
Dashboard de funil mais rotina de gestão (daily, weekly, monthly) transformam achismo em receita previsível — você lidera pelo dado.
Indicadores + Rotina de gestão
Pergunta honesta
Se nada mudar nos próximos 90 dias, quantos negócios sua operação vai deixar na mesa?
Cada semana sem máquina de prospecção é pipeline que não volta — e concorrente que te ultrapassa. O diagnóstico é gratuito. Continuar travado é que custa caro.
Quero mapear meu mercado
30 minutos · sem compromisso
A estratégia

Por que a ligação
é o canal principal.

E-mail não abre. LinkedIn demora. Anúncio sai caro. A ligação telefônica é o canal mais rápido, direto e mensurável para falar com quem decide.

01
Velocidade
Conversa real em segundos — sem esperar abertura de e-mail ou aceite de conexão.
Tempo até a conversa
02
Qualificação
Em 2 minutos você sabe se a empresa tem fit, dor e o momento certo de compra.
Fit em minutos
03
Mensurabilidade
Cada chamada é métrica: ligação, atendida, decisor, reunião e comparecimento.
Dado por etapa
04
Volume rampável
Com lista classificada e discagem direta, é o canal que fala com o decisor no mesmo dia — não em três semanas.
Escala real
Quem faz acontecer

Gente treinada, no telefone certo, com o roteiro certo.

Não é robô nem dialer no piloto automático. É pré-vendedor preparado, com o playbook do cluster na mão, ligando para o decisor com a abordagem daquela dor específica.

Como acontece

O fluxo que entrega
a reunião agendada

Cinco etapas encadeadas transformam uma lista classificada em reunião agendada. Lista certa + playbook do cluster + gente de verdade na linha.

Lista qualificada Reunião agendada
1 Listas + IA Listas infinitas do seu ICP 2 Discagem Disca em paralelo, só atendidas entram 3 Pré-vendedor Script consultivo e qualificação 4 Agendamento Reunião marcada com o closer 5 Fechamento Closer entra em reunião pronta
1
Listas + IAListas infinitas do seu ICP
2
DiscagemDisca em paralelo, só atendidas entram
3
Pré-vendedorScript consultivo e qualificação
4
AgendamentoReunião marcada com o closer
5
FechamentoCloser entra em reunião pronta
É essa densidade de contato que rampa um pré-vendedor sem experiência prévia — sem precisar contratar pleno ou sênior.
Inteligência que se acumula

Cada conversa
melhora a próxima.

A operação não roda em linha reta — ela roda em ciclo. O que acontece na ligação volta para a inteligência e recalibra a fila da semana seguinte.

01DadosSinais públicos viram contas priorizadas.
02ExecuçãoO pré-vendedor ataca a fila de cima para baixo.
03ResultadoAtendimento, objeção, reunião ou recusa — tudo registrado.
04AprendizadoO que converteu e o que travou volta para o modelo.
Listas mais precisas
Clusters que não respondem saem. Os que respondem ganham peso.
Scoring recalibrado
A dimensão que mais previu reunião pesa mais no ciclo seguinte.
Script afinado
Objeção recorrente vira contorno documentado no playbook.
Cadência ajustada
Horário e número de toques calibrados pelo que funcionou.
No mês seis, a fila que o pré-vendedor recebe não é a mesma fila do mês um. Ela aprendeu com quatro mil conversas.
Esse é o fluxo que poderia estar rodando na sua operação em 6 semanas.
Ver na minha empresa
Nosso método

Método
3 P's.

A espinha dorsal de toda operação que entregamos. Três motores que se retroalimentam — o aprendizado de cada um reabastece o próximo e transforma um comercial improvisado em máquina de alta performance.

PESSOAS saber vender PROCESSOS replicável GESTÃO pelo dado MAIS VENDAS
P
01Performance de Pessoas
Vendedores que sabem perguntar
Formamos pré-vendedores e closers que sabem fazer a pergunta certa, escutar a resposta e conduzir o lead até a reunião pronta para comprar.
SPIN SellingNegociaçãoGestão emocional
Foco
Abordagem
Da prospecção ao fechamento, com método consultivo.
P
02Performance de Processos
Cada etapa documentada
Definimos os processos-chave da operação comercial: playbooks que documentam a condução do cliente em cada etapa da jornada, mais a parametrização das ferramentas de gestão de oportunidades.
PlaybooksCadênciasCRM integrado
Foco
Replicável
Processo que reduz a variabilidade e gera receita previsível.
P
03Performance em Gestão
Liderar pelo dado
Implementamos o método de gestão comercial que dá ritmo à operação: dashboard de indicadores, desdobramento de metas e treinamento da liderança para gerir a equipe e corrigir gargalos rapidamente.
Daily / WeeklyIndicadoresMetas
Foco
Ritmo
Rotina de gestão que garante execução e melhoria contínua.
Infraestrutura

A engrenagem que sustenta
a operação.

O pré-vendedor abre o turno já com fila para discar — e a liderança enxerga o funil em tempo real. O foco é o resultado, não a ferramenta.

Listas
Listas qualificadas, sempre
Geração contínua de listas com contatos reais do seu ICP — o time nunca para por falta de quem prospectar.
Discagem
Discagem em escala
Discagem em paralelo: o pré-vendedor recebe só a ligação atendida — sem desperdício de tempo.
Aquecimento
Relacionamento no automático
Automação de aquecimento e presença digital como camada de apoio ao canal principal — rodando 24/7.
Inteligência
IA aplicada à rotina
Apoio na criação de scripts, mensagens, refino de listas, análise de chamadas e ideação de campanhas.
Capacitação
Time que domina IA
A equipe inteira aprende a usar IA no operacional e no criativo, ganhando produtividade real.
Visão
Indicadores em tempo real
Funil, conversão e previsibilidade de receita por canal e por vendedor — sempre à vista.
Governança de dados

Inteligência comercial
precisa ser defensável.

Uma lista grande é fácil. Uma lista que aguenta ser questionada — pelo jurídico do cliente, por um titular de dados ou por uma auditoria — é outra história.

Cada contato entra na base com origem, data de coleta e base legal registradas. Quando o cliente pede, a gente abre o log.

NotaNão usamos a expressão "100% LGPD". A conformidade depende do uso que cada empresa faz do dado — o que a Hunter garante é rastreabilidade e processo estruturado.
01
Origem registrada
De qual fonte pública cada registro veio, com a data em que foi coletado.
02
Enriquecimento rastreável
Cada campo adicionado guarda a referência de onde foi obtido.
03
Validação
Telefone, e-mail e vínculo do contato verificados antes de entrar na fila.
04
Deduplicação
A mesma empresa não é abordada por dois pré-vendedores diferentes.
05
Base legal aplicável
Legítimo interesse documentado por finalidade, no contexto B2B.
06
Log auditável
Histórico de tratamento disponível para consulta a qualquer momento.
Toda essa estrutura montada e parametrizada sem você precisar contratar pleno ou sênior.
Quero entender como
Diferencial exclusivo

Você só efetiva quem prova performance.

Antes da contratação, o candidato roda uma semana com a automação e precisa trazer agendamentos qualificados — comprovando que sabe usar a ferramenta e seguir o script. O risco da contratação sai das suas costas.

Dia 1
Treinamento inicial
Imersão no método, no produto e no script consultivo.
Dia 2
Setup da automação
Configuração das listas e do ambiente de discagem.
Dia 3–5
Cold calls de verdade
Volume real de ligações com a operação rodando.
Dia 5
Avaliação dos números
Análise objetiva de ligações, atendidas, decisores e reuniões.
Decisão
Efetivar ou desligar
Só entra no time quem entregou na semana de prova.
→ Critério para efetivar: no mínimo 2 agendamentos qualificados na semana de prova. Modelo PJ com fixo condicionado a vendas.
Cronograma

6 meses. A chave é sua
resultado contínuo.

Seis semanas de implantação intensiva seguidas de cinco meses de otimização quinzenal. Da estruturação ao ajuste fino, com acompanhamento por indicador.

Semana 1
Kick-off
Diagnóstico da operação atual e mapeamento detalhado do ICP.
Semana 2
Estruturação
Playbooks, scripts e parametrização das ferramentas.
Semana 3
Gestão
Implantação dos indicadores de performance e dashboards.
Semanas 4–6
Time e onboarding
Recrutamento, semana de prova, capacitação e início da operação real.
Otimização · 5 meses
Melhoria contínua
Reuniões quinzenais para ajuste fino, novos planos e melhoria.
Entregáveis

Tudo o que você
leva pra casa.

Uma operação reconhecida por ter muitos entregáveis prontos — o que facilita a implementação e blinda o resultado.

01
Diagnóstico e ICP
Mapeamento detalhado do perfil de cliente ideal e segmentações.
02
Playbooks personalizados
Hunter, SDR, Closer, LinkedIn, Onboarding e Cultura.
03
Scripts e cadências
Abordagem, contorno de objeção, follow-up e fechamento.
04
Parametrização da operação
Listas, discagem, aquecimento e CRM configurados desde o dia 1.
05
Dashboard de indicadores
Funil, conversão e receita por vendedor — em tempo real.
06
Recrutamento e seleção
Vaga, entrevista, fit cultural e semana de prova.
07
Modelo de remuneração
Plano de metas, comissionamento e gatilhos de aceleração.
08
Modelo de contrato PJ
Contratos prontos para SDR, Coordenador e Closer.
09
Manual de cultura
Documento que mantém consistência conforme o time cresce.

Tudo entregue em um Drive estruturado e exclusivo do seu comercial.

Quanto tempo sua equipe levaria para construir tudo isso sozinha?
Pular essa etapa
A conversa honesta

Para quem a Hunter funciona —
e para quem não funciona.

A gente prefere dizer não no diagnóstico do que descobrir no terceiro mês. Nem toda empresa deveria contratar uma operação de prospecção ativa agora — e algumas deveriam resolver outra coisa primeiro.

Faz sentido quando
Existe mercado. Falta priorização.
✓Você tem mercado endereçável, mas não sabe quais contas atacar primeiro.
✓Seu time perde metade do turno procurando quem ligar.
✓As listas atuais são genéricas — e o vendedor recebe contato sem contexto.
✓O comercial depende demais de indicação ou de um único canal.
✓Chegar ao decisor é difícil e ninguém sabe explicar por quê.
✓Existe potencial de mercado evidente e pouco pipeline no funil.
✓A liderança não consegue prever o resultado do próximo trimestre.
Onde a Hunter tem mais tração
Tecnologia e SaaSServiços empresariaisIndústriaSaúde privadaLogísticaEnergiaServiços financeirosEducaçãoConsultoriasFranquias

O foco principal é B2B com ticket relevante, venda consultiva e múltiplos decisores. Também se aplica a operações B2C de ticket alto ou aquisição ativa — mas como extensão, não como regra.

Não faz sentido quando
O gargalo está antes da prospecção.
✕A oferta ainda não foi validada por nenhum cliente pagante.
✕Não existe clareza mínima sobre quem é o cliente.
✕Não há capacidade de atender o volume que a operação vai gerar.
✕Não existe ninguém para conduzir a reunião até o fechamento.
✕A entrega já está no limite e novas contas virariam problema.
✕O que se procura é uma lista barata de contatos.
Nesses casos, a gente diz

Prospecção ativa amplifica o que já existe. Se o que existe ainda não está de pé, amplificar só acelera o problema — e a gente sinaliza isso no diagnóstico, antes de qualquer proposta.

A Hunter não cria um produto que o mercado quer. Ela encontra quem tem maior probabilidade de precisar do que você já vende.
É uma distinção que muda tudo na expectativa. A operação revela demanda que já existe e estava invisível — ela não fabrica demanda onde não há.
Perguntas frequentes

Respostas
diretas.

O que a Esparta entrega, na prática?

Uma máquina de prospecção ativa rodando dentro da sua empresa: listas classificadas por ICP, dor, comportamento e solução; playbooks por cluster; time recrutado e treinado; stack configurado e gestão por indicadores. Em 6 semanas ela começa a discar — e no fim do ciclo é sua, com o seu CNPJ no contrato do time.

Quanto tempo leva para implementar?

São 6 semanas de implementação — diagnóstico e clusters, playbooks e stack, motor de listas, recrutamento, semana de prova e onboarding — seguidas de 5 meses de operação lado a lado, até a condução passar para o seu gestor. A máquina começa a discar na semana 6.

Por que cold call e não inbound?

Porque a ligação é o canal mais rápido, direto e mensurável para falar com quem decide — e porque quem liga é gente. O decisor desliga na voz de robô em três segundos. LinkedIn e e-mail entram como camadas de aquecimento, não como canal principal.

Preciso contratar vendedores experientes?

Não. A densidade de contato gerada pela operação rampa pré-vendedores sem experiência prévia — sem precisar contratar pleno ou sênior. E o modelo PJ com semana de prova garante que você só efetiva quem comprova performance.

Para qual tipo de empresa funciona?

Empresas que vendem por prospecção ativa e reunião consultiva — B2B de ticket relevante. Do founder que vende sozinho ao time de vendas que precisa escalar com previsibilidade.

A Esparta Hunter é uma ferramenta ou uma lista de leads?

Nenhuma das duas. Ferramenta entrega acesso, lista entrega contato. A Hunter combina inteligência, dados, tecnologia, processo e execução humana — a lista é o ponto de partida, não o produto. O diferencial está no enriquecimento, no scoring, no contexto e na priorização que vêm depois dela.

Como funciona o scoring de quatro dimensões?

Cada conta recebe evidência em quatro eixos independentes: firmográfico (porte, setor, estrutura, aderência ao ICP), tecnológico (plataformas e ferramentas identificáveis publicamente), comportamental (sinais e prioridades declaradas pelos decisores) e timing (eventos que sugerem janela de abordagem). Quanto mais evidência acumulada, mais alto na fila — e o pré-vendedor ataca de cima para baixo.

Como vocês identificam os sinais de oportunidade?

A partir de fontes públicas: vagas abertas e repostas, movimentos societários, mudanças de liderança, expansão, presença digital e conteúdo publicado pelos próprios decisores. Importante ser preciso na linguagem — esses são indicadores de oportunidade e potenciais gatilhos, não confirmação de intenção de compra. O que eles fazem é indicar onde vale gastar a próxima hora do time.

A Hunter substitui meu time comercial? E a mídia paga?

Não substitui nenhum dos dois. A Hunter pode aumentar a capacidade do time que já existe ou estruturar uma operação de prospecção do zero, conforme o estágio da empresa. E ela é um canal complementar de aquisição — não concorre com mídia paga nem com inbound, atua onde esses canais não chegam: nas contas que ainda não levantaram a mão.

A operação é compatível com a LGPD?

A Hunter opera com processos estruturados de governança e rastreabilidade: origem, data de coleta, enriquecimento, validação, deduplicação e base legal registradas por contato, com log auditável. Evitamos afirmações absolutas como "100% LGPD" porque a conformidade depende também do uso que cada empresa faz do dado — o que garantimos é o processo e a rastreabilidade do nosso lado.

Funciona para B2C?

Pode funcionar em operações B2C de ticket relevante, venda consultiva ou aquisição ativa — imobiliário e educação são exemplos comuns. Mas o foco principal da solução é B2B, e a gente diz isso abertamente: se o seu B2C é de ticket baixo e volume alto, provavelmente existe canal melhor que prospecção ativa.

Quem somos

15+ anos entendendo como mercados
e consumidores escolhem.

A Esparta nasceu em branding. Foram quinze anos em marca, PDV, estratégia, design, design editorial, GTM e vendas — para Cisco, Nestlé, FIFA, Coca-Cola FEMSA, Zaffari e outras — entendendo, projeto após projeto, o que faz um cliente decidir e o que faz uma marca ser lembrada na hora da escolha.

Esse tempo todo respondíamos a mesma pergunta por caminhos diferentes: como colocar a empresa certa na frente da pessoa certa, no momento certo. Hoje respondemos por um caminho só — o mais direto que existe. Instalamos a máquina de prospecção ativa dentro da sua operação, e entregamos a chave.

15+anos lendo mercado
Uma entrega: prospecção ativa instalada

Marcas atendidas pela Esparta em projetos de PDV, design, social selling, design gráfico, motion design, planejamento e estratégia de vendas

Cisco
Coca-Cola FEMSA
FIFA
Mondelēz International
Nestlé
Hering
Tirolez
Bistek Supermercados
Zaffari

As marcas e logos exibidos são de propriedade de seus respectivos titulares. Este mural representa experiência prévia em projetos de branding, PDV, design, social selling, GTM e estratégia de vendas conduzidos pela Esparta (Esparta Branding) ao longo dos últimos anos, em diferentes formatos contratuais. Não implica relação contratual atual, parceria comercial ou endosso à operação de prospecção ativa aqui apresentada.

Seu mercado é maior do que a sua lista. A Esparta Hunter transforma mercado potencial em pipeline priorizado — sinais, scoring, decisor e timing antes da primeira ligação, e uma operação humana conduzindo a conversa.

Quanto do seu mercado ainda está
invisível para o seu comercial?

Em 30 minutos mostramos como a Hunter mapearia seu mercado, quais contas entrariam primeiro na fila e por qual sinal cada uma seria abordada. Sem custo e sem compromisso.

Quero mapear meu mercado
Mapear oportunidades